Associação Humanitária de

Bombeiros Voluntários de Colares

Autenticar

Acesso reservado a sócios

Utilizador *
Password *
Lembrar a password

Crie a sua conta

Preencha todos os campos com asterisco (*)
Nome *
Utilizador *
Password *
Verificar password *
Email *
Verificar email *

Introdução

A data oficial da fundação da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Colares remonta ao dia 9 de Março de 1890, sendo, por essa razão, a mais antiga corporação de bombeiros do concelho de Sintra.

Naquela época, constituiu-se, numa primeira fase, como 5.ª Esquadra da Real Associação de Bombeiros Voluntários da Ajuda por intervenção de Eduardo Rodrigues da Costa, grande benemérito da Vila de Colares, sócio da Real Associação e membro deste corpo de bombeiros, a quem ficou incumbida a chefia da nova esquadra, da qual era Comandante o Infante D. Afonso Henriques, Duque do Porto.

Mais tarde, Eduardo Rodrigues da Costa foi nomeado Comandante da novel Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares, iniciando-se assim uma caminhada de distintos serviços à comunidade até aos dias de hoje.

 

Pequena História

"30 de Maio de 1948- Festejou-se com natural alegria a chegada a Colares, do chassis da viatura Studebaker sobre o qual haveria de se montar o novo pronto-de-socorro, o primeiro pelo menos no Concelho de Sintra com cabine coberta...

26 de Março de 1950- A nossa associação viveu momentos de intensa alegria. Inaugurou-se o novo pronto-de-socorro Studebaker, perante numerosa assistência que se juntou no largo Dr.Carlos França.

(...)António Caetano Baptista Comandante da colectividade em festa, historiou a 'odisseia' da aquisição do novo veículo cuja ´pedinchice' a gregos e troianos , começou por magros tostões, em 1939. De migalha em migalha, de esmola em esmola - disse - foi possivel realizar os nossos sonhos dourados. A mais avantajada dádiva, então foi a do senhor Capitão Américo dos Santos que continuou a ajudar-nos o melhor que lhe tem sido possivel. A viatura (Studebaker BG explêndido), e todo o trabalho que aí estava patenteado ao público, havia totalizado a quantia de 135 contos, dos quais ainda deviam 20. Agradecia comovidamente, a todas aquelas almas generosas que o ajudaram a não morrer sem ver realizados os seus sonhos.
Agora porém, que eles estão cumpridos, surgiu outro contratempo -afirma: a nova viatura não cabe dentro da casa dos bombeiros, pela demasiada humildade desta. Portanto é necessário construir um quartel digno dos 60 anos de existência da nossa corporação, sempre pronta a comparecer onde quer que fossem precisos os seus serviços e os seus sacrifícios."


António Caruna
Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares 1890-1990 "Cem Anos Fazendo o Bem"